Recentemente, um amigo muito próximo, lutando contra o vício do fumo que tanto o incomoda, conheceu uma das modernas alternativas terapêuticas contra o tabagismo: o ‘cigarro eletrônico’ ou e-cigarrets, ou ainda e-cigs. Nada mais é do que um dispositivo eletrônico que pretende imitar o cigarro convencional na forma e em alguns efeitos, porém, sem conter as substâncias nocivas e viciantes que tantos prejuízos trazem à saúde do fumante e de quem lhe está próximo. Já não se trata mais de uma grande novidade, pois há anos é usado em alguns países europeus, vários estados norte-americanos e, como se percebe, não chega a ser uma unanimidade entre especialistas e agências governamentais responsáveis pela regulamentação/autorização do comércio desses produtos. No Brasil eles são proibidos – eis do que queremos falar, aqui.
Os e-cigs são feitos na forma e aparência de um cigarro comum, constando de ‘cartucho(filtro), dispositivo eletrônico e bateria’. Utiliza água, aromatizantes e até mesmo nicotina(substância que, de fato, vicia). O “fumante” puxa o ar pelo cartucho ao mesmo tempo em que o dispositivo eletrônico é acionado para acender a pequena lâmpada de LED e ativar o atomizador. Esse atomizador (ou nebulizador) retira a água do cartucho e a transforma em vapor. Então, se o fumante não fizer adição de nicotina, na realidade estará inalando(fumando) vapor d’água, em tese não nocivo ao organismo. Mas há opiniões médicas que discordam disso, principalmente, baseadas em dados da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que aponta a presença de elementos ainda mais nocivos à saúde (nitrosamina e dietilenoglicol).
Então, vejamos: Os e-cigs, salvo com adição de menores quantidades de nicotina – uma opção terapêutica a ser considerada -, estão longe de serem mais tóxicos que os cigarros comuns, mas foram banidos e absolutamente proibidos no Brasil, desde 2009 pela ANVISA. No entanto, os cigarros convencionais que, sabidamente, contêm CENTENAS de susbtâncias nocivas ao organismo, curiosamente têm sua distribuição e comercialização permitida. Só podemos entender tamanha incoerência aceitando a suspeita de que interesses escusos, há décadas, presidem a administração pública, em benefício dos lobes de grandes corporações, fabricantes de cigarros.
Nunca é tarde lembrar que o tabagismo responde por grandes percentuais das causas de Câncer de boca, laringe, estômago, pulmões, entre outros que, para além do desastre pessoal e familiar que representam, oneram em alguns Bilhões de reais anuais os custos com a saúde pública do país. Portanto, merece esse assunto ser melhor discutido e adequadamente regulamentado pelo Governo, se possível, sem certas interferências e opiniões técnicas tendenciosas.
Fonte de consulta: http://www.tecmundo.com.br/11335-o-que-e-cigarro-eletronico-e-por-que-ele-e-proibido-.htm#comentarios


Quer comprar cigarros eletrônicos acesse
cigarrosaudavel.blogspot.com
Obrigado, amigo – mas não fumo há 20 anos… rsssss
Saiba mais sobre cigarro eletrônico em:
http://www.vouparardefumar.com