Vamps, esqueçam minha energia…

15 03 2014

haz_de_luz
Eles parecem estar em toda parte, desde os primórdios do tempo, ao longo da história, nos mitos, nas artes, filosofias ou bem ao nosso lado. Não há novidade nisso e há quem os conheça bem e saiba ainda melhor quando reconhecê-los, principalmente quando suas eventuais vítimas. Algumas correntes de pensamento os chamam, com propriedade, de “vampiros de energia”. Inspiro-me aqui na leitura de um texto bastante esclarecedor a respeito desse tema, http://www.veg11.com.br/site/ultimas/325-vampiros-de-energia-e-suas-caracteristicas, que já vi circulando em vários momentos pela Web afora, capaz de trazer algum esclarecimento e necessária luz sobre essa forma de mal que insiste em perseguir algumas pessoas em busca de usurpar-lhes a energia vital, às vezes por simples esporte, uma quase mania. Vale a pena ler curiosidades encontradas no link acima recomendado.
O vampirismo, aqui entendido como uma atitude de alguém que suga covardemente, disfarçadamente e inconvenientemente o estoque de boa energia de alguém, sua espiritualidade, autoestima e, porque não dizer, algum brilho, prestígio e oportunidades sociais, parece ser condição inata da natureza humana de alguns indivíduos. Manifesta-se de variadas formas, como por exemplo, no bulliyng, na escola de nossas infâncias e suas derivações tão bem divulgadas recentemente. Seu terror está na sua capacidade de disfarçar-se de amigo, amante, orientador profissional ou espiritual e até mesmo no seio familiar. Sua manifestação ajuda a delinear índole, caráter e papel social do vamp.
No link acima, vamos encontrar de forma bastante didática algumas categorias e respectivas características de vamps. Gosto muito da definição:
“ Podemos reconhecer pessoas vampiras por seu modo e comportamento, por sua forma de abordagem pois todos eles têm em comum o desequilíbrio interno, frustração, baixa-estima, inveja, ressentimento, complexo de perseguição, insegurança e, acima de tudo, o egoísmo e egocentrismo, veja alguns tipos de vampiros e sua forma de atuaçãçao.”
Bem, normalmente meu estoque de energia beira a abundância, fruto de um coração quente que se reconhece humildemente como parte do social e suas pluralidades, capaz de encontrar a felicidade mesmo nos mais difíceis momentos. Estoque de luz e boa vontade, de salutar sensibilidade física, mental e espiritual, a serviço do bem, do próximo e sempre de Deus. É interessante ver que conduzir este estoque de energia, sempre em ebulição, numa espécie de controlada fluidez, por entre os diversos caminhos do mundo, seus sistemas sociais, círculos de amizades, ambientes profissionais e próprio seio familiar provoca sempre e no mínimo algum estranhamento. Parece estarmos usando uma vistosa fantasia fora do período carnavalesco. Incomoda a alguns, no entanto, atraindo frequente e perigosamente os inúmeros vamps sedentos daquilo que não podem produzir e que roubam de outro em busca de alguma possível felicidade.
Mas não custa tirar férias de tudo isso, de vez em quando, relaxar as defesas, esquecer, pelo menos por algum tempo, que o mal existe e pode estar tão perto de cada um de nós.
Paz é o que peço, em nome dos armazenadores de energia do mundo. Merecidas férias apenas para que sobre algum tempo a mais a fazer o bem a outrem, a distribuir alegria e exercitar o riso próprio daqueles que conhecem o amor e o prazer de viver, já que transborda em muitos de nós sobras de incontável alegria.
E peço apenas isso, férias, jamais algum mal a nenhum vamp, já tão repletos de espelhos a circundar-lhes a consciência e notável perene infelicidade…





Sonhos estranhos…

28 02 2014

brasilia

Desculpem, mas acho que ando variando um pouco, sem muita certeza de certas coisas, sobre onde anda a tal da verdade. Mas, dizem que falar sobre eles – os sonhos – ajuda a encontrar algum fio da meada que por ali esteja meio que desleixadamente…
E meu país que não se emenda, esse tal de Brasil nunca deixa de fazer pano de fundo em cenas com todo ar de realidade que se pode imaginar. Confesso que chega a dar medo. Há certa profusão de cenas e imagens, sim, mas vai ficando uma ideia como que traçando nem que seja uma linha tênue de compreensão desse enredo, algo inquietante que me leva a escrever aqui, quase pedindo auxílio ao leitor, no desvendamento desses enigmas.
Num dos sonhos, algumas possibilidades: uma enorme quantidade de pessoas, instituições, leis e parte da mídia trabalhando com afinco no sentido de manter o status quo sócio-político atual. Ou seja, o petismo e seus mentores de ontem e de hoje urdem e se aquartelam, covardemente até, em prol da manutenção de uma posição alcançada(poder) à duras penas, após décadas de luta contra uma direita corrupta, elitista, há décadas encastela nos ombros do Brasil, às custas do povo. Para tanto, há décadas fazem o dever de casa, no sentido de ocupar postos de trabalho e de comando da Economia e controle social com milhares de partidários nomeados e orientados a cumprir ordens e comandos superiores. Em exemplo recente teriam os governistas de agora ocupado várias cadeiras das instâncias jurídicas brasileiras, a exemplo das bancadas político-partidárias nas casas legislativas, nas três esferas de poder. Assim, basta uma grande parcela da população assistida(comprada) com um pacote de benefícios sociais, anos a fio, precário nível de instrução e educacional da grande massa de brasileiros e leis compatíveis ora com a confusão atual, ora com interesses particulares da grande maioria da classe política brasileira. É como um sistema, uma engrenagem a serviço de alguns poucos e financiada por milhões de brasileiros.
Dou um salto da cama, num susto ante o pesadelo, incrédulo de que tal possa vir a ser a verdade, que existam pessoas e mentes capazes de urdir tamanha trama, com tantos prejuízos ao povo de um país como o nosso. Afinal, nem precisavam disso tudo, ante a descomunal riqueza que o Brasil ostenta. Mas, como disse, sem ar nos pulmões e agitadíssimo, saio do sonho e da cama numa queda e o resto são madrugadas inteiras em busca de algum sentido para essa tão aparente verdade.
Noite seguinte, outro sonho, pior, outro pesadelo: uma enorme quantidade de pessoas tudo fazendo para retirar do poder milhares de outras pessoas, boa parte encastelada nas hostes do poder político e econômico. Já não escondem as armas e passam a usar mesma artilharia usada pelo petismo durante sua luta anterior, até ocupar o poder. O fato é que a tal oposição de hoje tenta, a todo custo, desestabilizar o petismo, criando factoides, inventando problemas, periodicamente ateando fogo próximo aos postes de linhas de transmissão de energia elétrica a causar apagões, infiltrando mascarados em manifestações de rua, ao modo dos próprios petistas, também camuflados em ação, a serviço de grupos extremistas de vários interesses, inclusive o de apenas tumultuar. Imagine-se tudo isso sendo a cada instante mostrado na TV, nos jornais, nos blogs, a partir de inúmeras suspeitas, mentiras, opiniões, o dia inteiro, anos a fio… Talvez, tento concluir, tudo isso criando uma enorme nuvem de poeira a nossa frente, a esconder problemas maiores, tipo corrupção na Petrobrás, entre outras mega empresas, por entre escândalos de corrupção em licitações bilionárias, como as dos trens, recentemente protagonizadas por iluminados tucanos de plantão, por entre outros tantos de antes, parecendo que a coisa é endêmica, como a nunca ter tido começo e muito menos fim. A essa altura, pessoas normais e anormais, entre as quais também me incluo, pouco podem dizer dos meandros da nossa economia, se indo bem ou afundando. É um grande pesadelo esse como o de ontem, e assim vem sendo minhas noites e madrugadas que, apesar dos pesares, parecem ser mais amenas e menos ameaçadoras que os dias, repletos de exigências em busca de paz e conhecimento, a engendrar sonhos e utopias para dar e vender, já que mal se pode por em prática o mínimo que delas poderíamos tirar de proveitoso…

BUFFT ! Pronto, outra queda da cama… O jeito agora é assistir as seções do STF e esperar o danado do dia amanhecer…





PT e sua arrecadação do mal…

16 02 2014

Cédula

Tem algo de muito esquisito no ar – ah, isso tem sim… Já vi muita coisa estranha mundo afora: mula sem cabeça, bicho de sete cabeças, saci pererê, sereias belíssimas, minotauros e dragões nem se fala… Mas a tal verve arrecadatória petista de dinheiro para pagar multa de mensaleiros do partido, punidos pela Justiça, isso tá difícil de crer e entender.
Fico imaginando se ainda estando em audiência, os mensaleiros poderiam contar com uma turma de petistas a gritar palavras de ordem tipo: “Viva o roubo!, Viva o peculato!, Viva a formação de quadrilha! Viva a corrupção para todo o sempre!” E mais, “Abaixo a Justiça! Abaixo a Constituição Brasileira!” Com um pouco mais de criatividade, poderíamos imaginar ainda a turba gritando em plena corte, mesmo que do lado de fora do prédio do Tribunal: “Não adianta, seus justiceiros, dar punição aos companheiros, pois encheremos os seus bolsos de dinheiro!” …
Entendam-me e corrijam se eu estiver errado, mas da mesma forma que não se pode, conforme a Lei, incitar a violência, o terrorismo, etc, não se pode incitar outros crimes, como parece óbvio na prática petista de, aos olhos do mundo, arrecadar dinheiro para pagar pena de multa de quem quer que seja. Alguém poderia argumentar tratar-se de erro de interpretação ou julgamento tendencioso do fato. Então, imaginemos que, ao invés de palavras de ordem os partidários apenas amarrassem uma faixa vermelha na cabeça com os mesmos dizeres, ou ainda, segurassem numa mão uma cédula de cem reais e na outra um saquinho escrito nele uma conta bancária, enquanto abriam largos sorrisos e ar de tranquilidade – dá no mesmo…
Numa época como a nossa onde, se fizermos com os dedos da mão a figura da letra “0”, somos logo acusados de homofóbicos, penso que vale certa indignação ante o deboche sutil contra a Justiça Brasileira e a boa fé dos brasileiros a escancarada campanha de arrecadação do PT por recursos para pagar multas resultantes de penas recebidas pelos mensaleiros.
Fica então uma certeza: a de que muito deverão querer fazer os petistas no seu esforço de manter-se no poder, no caso, a qualquer custo, mesmo que moral, a princípio o mais dispendioso para quem quiser se dizer com vergonha na cara.
Antes que me rotulem de reacionário, direitista e partidário desta ou daquela corrente política, digo aqui com todas as letras: o mal que ora nos aflige vem de longe, de uma cultura criada e fomentada pelos poderes anteriores, de décadas atrás, independente de qual corrente política tenham feito parte. O PT neste caso, reconheçamos, está sendo um tanto mais criativo que seus pais e avós. Tomara que criem alguma vergonha também!





Lutemos como homens e não como animais irracionais

15 02 2014

Cerebro

Um país como o Brasil ainda tão carente de dignos indicadores sociais, cheio de mazelas e capenga em quesitos como Educação e distribuição de renda, não pode se dar ao luxo de deixar escapar as oportunidades que se abriram a partir das manifestações de rua de junho de 2013. Oportunidades de tirar o POVO da frente da TV, da passividade, alienação crônica e desesperança, levantando olhos e punhos em busca de mudanças, defendendo direitos inalienáveis, dignidade.
Mas também não pode se deixar levar e sucumbir ante a pirotecnia assassina e marginal de alguns poucos elementos de manobra a serviço de hostes clandestinas e afeitas à fácil obtenção de espaço político, às custas da inocência da massa.
Que não se perca o caminho da digna luta em busca de bem estar social e oportunidades de vida em decorrência do desserviço por parte de vândalos e criminosos afeitos à violência e terrorismo. Aprendamos a distinguir o joio do trigo nessa caminhada contra inimigos terríveis que, há anos, se encastelaram nos governos que temos sido(obrigados) a eleger e que tanta tristeza nos imprime enquanto nação.

Lutemos como homens e não como animais irracionais…





Farsa ou ilusão de ótica…

14 02 2014

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Não sei o que é pior: saber que algumas pessoas, seja por que motivos tenha, consegue por em risco a vida de alguém, como certos ativistas em manifestações de rua, ou, a tentativa de manipulação da opinião pública pela Imprensa(parte dela), justo quem deveria ser principal guardiã da verdade a ser conhecida pelas diversas audiências, pelo povo.
A imagem acima de personagens que, conforme perícias, seriam uma mesma pessoa, a que disparou o rojão que matou o cinegrafista da Band Santiago Andrade recentemente, parece rir da boa fé dos brasileiros que acompanham os noticiários. Assombra que emissoras de primeira linha, habituadas com a responsabilidade de confirmação de informes, em busca de divulgar fatos reais se deixem levar por tamanha e ridícula manipulação da opinião pública.
Particularmente, espero estar absolutamente enganado em minhas impressões sobre este detalhe mas, na verdade, tenho algum medo de para onde estão caminhando as coisas.





Bolsa Família x Bolsa Crítica

5 02 2014

Medusa

Eleições 2014 chegando e a artilharia começa a ser preparada para o tradicional festival de sandices, mentiras e difamações – algumas até justas e cabíveis. Em suas tricheiras, candidatos, partidos políticos, a mídia e, por que não dizer, os eleitores. Trincheira é um bom nome a indicar a situação vexatória na qual o eleitor, principalmente, é colocado, sem que possa quase nada fazer a não ser enfiar o dedo na urna em busca de alguma luz no fim do túnel. O festival é de farpas, ironias, empolações discursivas, elucubrações e muitas mentiras, algumas institucionalizadas, parecendo que, sem elas, as eleições não teriam graça ou desgraça..
Um dos temas mais “curtidos”, há anos, seja em busca de seu verdadeiro pai, seja de adequada compreensão sobre tal é o Bolsa Família. Podem prestar atenção: quase ninguém está preocupado com metas e objetivos do programa e seu alcance social, por exemplo. O negócio é quebrar o pau, a essa altura nem se sabendo mais ou importando em quanto, em quem e até mesmo em que, já que perdeu-se a noção de quem teriam sido os mentores, os primeiros a pensar em algo assim. É como os temas Economia Brasileira ou Seleção Brasileira, onde 200 milhões de brasileiros, inclusive os recém-nascidos, parecem ser pós-graduados e especialistas a ponto de expelir litros e litros de saliva e escárnio contra governantes, técnicos e gestores, numa velocidade incrível. E, pasmem, todos tem razão…
Não é o caso aqui de debulhar todo o pacote de dogmas e premissas que inspiraram o programa do Bolsa Família. Até onde sei, através de algumas leituras ao longo de anos, suas origens estão nos idos Anos 80, a partir de ações isoladas, aqui e ali, em busca de tentar resolver problemas de estrema gravidade relacionados à fome de importante parcela da nossa população – coisa de conhecimento geral. Há quem diga que pelos idos de 1994 o PSDB, em algum lugar, havia pensado algo parecido. Mas lembro de algumas defesas anteriores em Brasília a um tal programa da Merenda Escolar, depois, algumas adaptações e contribuições, evoluindo para aquilo que sociólogos chamam de programa de primeira, segunda e terceira geração, talvez já a décima, pouco importa e por aí vai ou foram. A ideia primordial de tudo estava em que, dado o montante de recursos em questão, tais programas não virassem mera moeda de troca eleitoreira, desperdiçando bilhões em recursos de um país subjugado pelo FMI e outros à época – um avanço para o bem -, o que justificava a vinculação do benefício, por exemplo, à frequência escolar, num esforço coercitivo a bem dos objetivos propostos. Claro que estavam ou ainda estamos, de alguma forma, tapando o sol com a peneira, num esforço de compensar a incompetência e ignomínia da classe política brasileira em resolver problemas sociais prementes como a fome, o analfabetismo, a saúde e a injusta distribuição de renda de milhões de pessoas, num país rico, em pleno século XXI. Que seja. No meu particular, costumo brincar com a ideia de que, ante um problema aparentemente insolúvel, “aquilo que não tem solução sem solução fica”…, mas quando se trata da coisa pública aprendi, bem aprendido, que a responsabilidade de cada um muda em favor do outro, a bem da coletividade e por aí vai. O fato é que o tempo passou, tais programas foram encampados por municípios, estados, União, para isso e para aquilo, depois foram sendo aglutinados em uma única proposta que contemplasse ao mesmo tempo objetivos na área da educação, inclusão social, combate à fome, etc. Tinha antes e tem lógica hoje –diga-se – o saco de gatos denominado bolsa qualquer coisa diante da volúpia de cada governo em abrir e fechar ministérios e secretarias em cada esfera de poder, ao longo das duas últimas décadas, o que certamente enlouquecia e enlouquece qualquer razoável esforço de controle dos recursos e ações de cada programa. Vejam que, neste momento, a Presidente Dilma insiste em necessitar de 39 ministérios e isso parece poder dobrar a qualquer momento em nome de certos pragmatismos político – partidários.
Então, aparecem os críticos de plantão usando aviões tucanos, outros petralhando a tudo e a todos, outros usando largos sorrisos contra o povo, evitando a todo custo os espelhos do dia a dia… Danem-se todos!
De forma que, diante de 200 milhões de técnicos da seleção política brasileira, incluindo os fantasmas das obras – digo óperas – resta-nos implementar o Bolsa Crítica, outro saco de gatos com jeitão brasileiro. Em linhas gerais, promete que todas as críticas serão verdadeiras e aceitas, por alguns minutos que seja. Mas, para ter direito ao programa, cada interessado precisa ter um parente em cargo comissionado, gozar de isonomias salariais diversas, de estabilidade em pelo menos um emprego público e considerar-se exposto às leis trabalhistas e fiscais sem reclamar. Também, não pode alardear que, se veio à falência, isso teve a ver com a política econômica em vigor, se puder definir e especificar qual é ela…

Em tempo…, como a própria vida, todo projeto precisa ter, no mínimo, começo, meio e fim.
Que todos os Deuses se deem as mãos e consigam influenciar alguns capetas tupiniquins a entender que o fim do projeto se dá com sua conclusão e não com sua interrupção, antes da conclusão…, se é que me entendem…

Ainda: por favor, continuem encontrando meios de melhor DISTRIBUIR RENDA neste país…





A grande beleza (La grande bellezza)

29 01 2014

Incrivelmente belo!
Dirigido por Paolo Sorrentino, A grande beleza(La grande bellezza – Itália|França, 2013, 142min., estreou em dezembro de 2013, arrebatou o Globo de Ouro e está indicado ao Oscar como melhor filme estrangeiro – dificilmente perderá.

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Um dos melhores filmes da atualidade. Envolvente a partir da poesia latente do enredo, através de um roteiro incansável. Um toque na alma profunda à flor da pele. O Íntimo humano trazido à luz em imagens calmas e ao mesmo tempo densas de significados. O Clássico abraçado com cortes de contemporaneidade, uma arte pura e repleta de signos, “raízes”…, alimento poético atemporal. Imagens incomuns e até impensáveis, compondo quadros, águas, jardins, o tempo e leveza apesar das noites e dos dias, com Roma ao fundo. O filme poderia durar uma eternidade…

É intensa e segura a interpretação de Toni Servillo no papel de Jep Gambardella, conduzindo o fio que nos conduz por entre uma quase ridícula burguesia contemporânea romana e o lado sublime dos ares de Roma e sua arte eterna…

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Outros filmes de Paolo Sorrentino(1970), cineasta italiano:

Obteve reconhecimento internacional em 2004 por Le conseguenze dell’amore, que venceu diversos prêmios e concorreu a Palma de Ouro de Cannes.1
Realizaria Il Divo em 2008 e This Must Be the Place em 2011. Este último falado em inglês.








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